A Fluxo Eletronica Industrial – tem atuado em pesquisas auxiliando e dando apoio incondicional a testes realizados pela União Brasileira de Avicultura (UBABEF), Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa) e Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA - USP).
Dados da UBABEF comprovam que o Brasil é líder mundial na exportação de frangos de corte. Assim a importância de pesquisas que buscam estabelecer uma equivalência brasileira em relação às exigências da União Europeia (UE) de bem estar das aves durante o abate, através de uso de Eletroeencefalograma (EEG).
“Nas indústrias que processam a carne de frango, o abate normalmente é feito após a eletronarcose (insensibilização usando corrente elétrica). O sistema provoca a insensibilização das aves antes da sangria, evitando seu sofrimento. “A eletronarcose usa uma corrente elétrica suficiente para insensibilizar a ave até o momento da sangria com menor impacto na qualidade da carcaça”, explica o professor Ernane José Xavier Costa, do Lafac. No entanto, a norma da União Europeia tem preconizado a eletrocussão, que provoca parada cardíaca nas aves, o que deve ser feito empregando-se uma corrente elétrica mais alta que a usual. “Segundo observações feitas por cientistas, tal procedimento causa danos nas carcaças, com consequente incremento de perdas na carne de peito”, conta Xavier.” (Antonio Carlos Quinto / Agência USP de Notícias)
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